Materiais Educativos
Primeira edição

Boletim no 1 – março, 2015

Projeto “ Caminhos da Inclusão” dá visibilidade para a prevenção de HIV/Aids entre pessoas vivendo com deficiências

 

O “Caminhos da Inclusão” é uma iniciativa do CEDAPS e do Instituto Interamericano sobre Deficiência e Desenvolvimento Inclusivo (IIDI), que também conta com o apoio do Ministério da Saúde. O projeto tem como objetivo contribuir para a atenção de efeitos relativos à deficiência em pessoas vivendo com HIV/AIDS e prevenção das DST/AIDS entre essas pessoas.

Contamos, ainda, com Maria Cida Lemos, do Movimento Nacional de Cidadãs Posithivas, como consultora do projeto e o apoio do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDHAV) – do Ministério da Saúde.

Cida Lemos, ativista e integrante do projeto Caminhos da Inclusão.

Descrição da imagem: Na imagem Cida está numa sala do Instituto Benjamim Constant. Sobre a mesa, alguns preservativos masculinos e femininos que ela manuseia para mostrar a forma correta de usá-los.

 

Confira um trecho da entrevista realizada com Cida para o site do CEDAPS:

(…)

Dona de um bom humor contagiante, Cida conta que começou seu ativismo quando foi procurar ajuda em grupos de apoio, e descobriu que ela poderia ajudar também. Após a cegueira, começou a realizar palestras com foco em superação, coordenando o grupo Cidadãs Posithivas/RJ. “Eu preferi falar sobre a doença como forma de superação, mostrar que é possível. Fazer de um limão, uma limonada, sabe?”, conta.

Com a cegueira, decorrente de doença oportunista devido ao HIV, Cida admite que ficou mais corajosa. Para ela, ter enfrentado tantas coisas fez com que se sentisse mais forte para encarar seus medos. Entre eles, andar de parapente, mergulhar no mar e frequentar uma praia de nudismo.

HIV e deficiências são mais desafios que se apresentam e Cida se alia a organizações como o CEDAPS e o IIDI para trilhar novos Caminhos da Inclusão, realizando debates sobre sexualidade, deficiências e Aids.

“Quando você ama, a gente acha que está  imunizado”,  diz. Estas são palavras de Maria Aparecida Lemos, uma mulher empoderada, brilhante e, principalmente, corajosa.

Para acessar a entrevista completa, clique: https://www.youtube.com/watch?v=FMt0yXFvcIA&feature=youtu.be

 

Nossos objetivos com o projeto, são: 

 

  • Contribuir para a atenção de efeitos relativos à deficiência em pessoas vivendo com HIV/AIDS e para prevenção das DST/Aids com foco em pessoas com deficiências;
  • Disseminar informações sobre o campo, as abordagens e estratégias educativas voltadas para unidades de saúde, escolas, demais serviços públicos, comunidades e grupos sociais afetados.

 

As atividades do projeto:

 

1- Catálogo de Experiências

2 – Acervo Caminhos da Inclusão

3 – Grupos Temáticos de Discussão

4 – Oficinas de Formação

5 – Painéis Temáticos

 

Veja mais na nossa página: www.cedaps.org.br/caminhosdainclusao

Gostaríamos de contar com sua participação!

Até a próxima edição do nosso boletim!

Equipe Caminhos da Inclusão

terceira edição

Boletim no 2 – agosto, 2015

SEXUALIDADE, AIDS E DEFICIÊNCIAS

Painel temático: uma iniciativa para informar, disseminar experiências e construir respostas coletivas sobre sexualidade, Aids e deficiências.

Durante o Painel realizado na ABIA, o grupo, incluindo os parceiros e os

jovens do RAP, fazem o sinal referente a palavra sexo em LIBRAS

Grupo de pessoas presentes no painel na sede da ABIA. A sala está cheia de pôsteres colados

na parede sobre o tema sexualidade. Todos fazem o sinal referente a palavra sexo, em LIBRAS.

 

01) No Rio de Janeiro, a atividade recebeu o nome de Jornada de Discussões e foi

realizada em julho na sede da ABIA (Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids). A Jornada reuniu agentes de promoção da saúde e parceiros, ativistas da inclusão de pessoas com deficiência e também da luta contra a Aids. Dentre os parceiros presentes tivemos Rio Inclui; CVI – Centro de Vida Independente; Grupo Pela Vidda-RJ;

jovens do RAP da Saúde (Polo Sulacap); e profissionais da ABIA. Dentre as atividades, foi realizado um “Café com Ideias” para aprofundar a discussão sobre o tema e gerar recomendações para produção de materiais

e estratégias educativas.

 

02) No Distrito Federal, o painel aconteceu no âmbito do JUVA – 2º Encontro Brasileiro

de Juventude pela Acessibilidade, com o tema “Políticas Inclusivas: Juventude,

Participação e Acessibilidade”, promovido pela organização Escola de Gente, no mês de agosto. Durante esse período, a equipe do Caminhos da Inclusão propôs um painel de debates sobre sexualidade e a importância da prevenção a DST, HIV/Aids entre jovens com deficiência.

Por meio de um grupo de discussão temático, essa atividade vai de encontro com o seguinte objetivo do projeto

Caminhos da Inclusão: a interface entre sexualidade, Aids e deficiências, que segue sendo discutida.

No encontro na ABIA, uma das perguntas feita aos jovens foi sobre as barreiras que as pessoas com deficiência encontram no acesso às informações de prevenção a DST/Aids. Paulo, um jovem surdo, destacou a necessidade de se ter um intérprete de Libras na rede de

saúde e falou da grande dificuldade de se receber qualquer diagnóstico, em especial os desafios em comunicar um diagnóstico positivo para o HIV. Este ainda é um desafio a ser enfrentado

para aprimoramento da resposta ao HIV/Aids no Brasil.

2º Encontro Brasileiro de Juventude pela

Acessibilidade, com o tema “Políticas Inclusivas”

 

Em Brasília, os jovens que participaram do painel promovido pelo Caminhos da Inclusão levantaram que a sexualidade ainda é um tabu e que a informação não chega de forma acessível, pois os materiais educativos não possuem as ferramentas necessárias para que surdos e cegos acessem. Eles ainda sugeriram incluir pessoas com deficiência para a construção de todos os

programas sociais, campanhas, elaboração de materiais, pois é necessário que seja produzido algo para eles, com eles.

Também sugeriram promover oficinas acessíveis, que o tema educação sexual seja pautado sempre, principalmente na adolescência, pois assim podem evitar a gravidez indesejada, DST e HIV/Aids.

 

ÁUDIODESCRIÇÃO

DA IMAGEM

Participantes sentados em círculos no painel promovido pelo Caminhos da Inclusão no 2º Encontro Brasileiro da JUVA.

 

Inclusão da LIBRAS como disciplina curricular

Fiquem de olho na lei que garante a presença de intérprete de Libras, sempre que se fizer necessário, nas unidades de saúde.

Art. 3o A Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória nos cursos de formação de professores para o exercício do Magistério, em nível médio e superior, e nos cursos de Fonoaudiologia, de instituições de ensino, públicas e privadas, do sistema federal de ensino e dos sistemas de ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios.

  • 1o Todos os cursos de licenciatura, nas diferentes áreas do conhecimento, o curso normal de nível médio, o curso normal superior, o curso de Pedagogia e o curso de Educação Especial são considerados cursos de formação de professores e profissionais da educação para o exercício do Magistério.
  • 2o A Libras constituir-se-á em disciplina curricular optativa nos demais cursos de educação superior e na educação profissional, a partir de um ano da publicação deste Decreto.

Acesse o link com o decreto: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2005/decreto/d5626.htm

Para saber mais sobre o projeto Caminhos da Inclusão, acesse a nossa página:

www.cedaps.org.br/caminhosdainclusao

Lá você terá acesso a todo o conteúdo produzido para o projeto.

Saiba mais! Acesse:

 

Escola de Gente:

www.escoladegente.org.br

ABIA:

www.abiaids.org.br

Elos da Saúde:

www.elosdasaude.wordpress.com

Até a próxima edição do nosso boletim!

Inclusão, VIVA essa ideia!

Foto: divulgação

quarta edição

Boletim no 3 – outubro, 2015

SEXUALIDADE, AIDS E DEFICIÊNCIAS

Oficina de Sexualidade e Prevenção para adolescentes e jovens com deficiência visual

 

ÁUDIODESCRIÇÃO DA IMAGEM

Durante uma das oficinas, dois alunos do IBC, uma menina e um menino, mostram

alguns jogos feitos para pessoas com deficiência visual. Eles seguram um Jogo da Velha feito com peças de E V A ressaltando o alto relevo.

 

O projeto Caminhos da Inclusão prevê um conjunto de oficinas para formação de multiplicadores e aprimoramento das metodologias e conteúdos sobre

Aids, sexualidade e inclusão. Uma série destas oficinas ocorreu em parceria

com o Instituto Benjamin Constant, (http://www.ibc.gov.br/) por meio do projeto Orientação e Diversidade Sexual liderado por Rodrigo Agrellos, professor da instituição, em parceria

estreita com alguns outros professores, como Flavia Pascoalino, Mariana Reis e

Naiara Miranda.

Quando a equipe do projeto Caminhos Sexualidade e Prevenção com os jovens

do IBC, contando com a parceria do iiDi – Instituto Interamericano sobre Deficiência

e Desenvolvimento Inclusivo (https://www.facebook.com/iiDienred), do Grupo Pela Vidda e do Movimento Cidadãs Posithivas, a conversa aconteceu principalmente sobre o preconceito

sofrido pelas pessoas com deficiência quando o assunto é sexualidade e a falta de acesso à informações de proteção sexual de forma inclusiva, como o fato dos preservativos não terem informação em braille, o que dificulta saber se a camisinha está vencida, por exemplo.

Foi após esse encontro que um grupo de docentes do IBC deu início ao projeto Orientação e Diversidade Sexual, em que todas as segundas-feiras reuniam alunos para tratar sobre temas diversos dentro do guarda-chuva sexualidade.

A Oficina de Sexualidade e Prevenção para adolescentes e jovens com deficiência visual teve carga de 12 horas, visando formação e sensibilização para o tema, com o objetivo de não apenas informá-los a respeito das questões envolvendo o HIV/Aids, mas também torná-los multiplicadores da informação sobre promoção e prevenção da saúde.

 

Oficina no Instituto Benjamim Constant debateu sexualidade entre jovens que possuem deficiência visual

Durante as oficinas, que ocorreram de 07 a 09 de julho, alunos e professores do Instituto Benjamim Constant falaram da importância em discutir o tema sexualidade com os jovens, em especial com os que possuem deficiência visual por estarem muito vulneráveis.

E essa vulnerabilidade é reforçada pelo preconceito. Rodrigo, professor de Biologia é criador do projeto de Orientação e Diversidade Sexual no IBC. Ele fala que todos, de alguma forma, já sofreram preconceito e isso se deve à falta de informação.

“As pessoas têm medo do desconhecido. Aquelas que sofrem preconceito são reduzidas a uma característica (cego, LGBT), enquanto são muito mais que isso”, afirma.

Um dos alunos presente na oficina, de 21 anos, que estuda no IBC desde os oito, diz já ter sofrido preconceito não só por ser cego, mas também por ser negro.

Já outra aluna de 16 anos, que está no IBC desde 2006, conta que já ouviu pessoas chamando-a de “coitadinha “por ser cega.

Os relatos desses jovens alunos e professores só reforçam a importância de abordar sobre sexualidade e deficiência. Em muitos casos esses temas são “deixados de lado” pela família e por aqueles que acompanham pessoas vivendo com deficiência não só por preconceito, mas também por medo. Entretanto, não saber sobre o assunto só aumenta a vulnerabilidade e, além disso, a informação é um direito de todos!

ÁUDIODESCRIÇÃO DA IMAGEM

Na imagem, a fachada do Instituto Benjamim Constant, na Urca, e pessoas passando em frente ao local.

Para saber mais sobre o projeto Caminhos da Inclusão, acesse a nossa página:www.cedaps.org.br/caminhosdainclusao

Lá você terá acesso a todo o conteúdo produzido para o projeto.

Obrigado pela sua participação!

Inclusão, VIVA essa ideia!

Segunda edição

Boletim no 4 – dezembro, 2015

Projeto Caminhos da Inclusão lança série de postais com jovens surdos para discutir temas como sexo e prevenção

 

Inspirados na metodologia implementada pelo IIDI, o CEDAPS, em parceria com

os jovens do RAP da Saúde, desenvolveu uma série de postais para o Caminhos da

Inclusão. Com mensagens na Língua Brasileira de

Sinais (LIBRAS), “palavraschave” vinculadas à prevenção e à promoção da saúde foram utilizadas.

Para a produção do material, utilizou-se a metodologia participativa, em que as ideias foram validadas e recriadas pelo grupo de jovens surdos brasileiros. O ponto

de vista das imagens e também dos conteúdos foram apresentados em oficinas com jovens para discutir sobre o formato dos postais como um todo.

No total, oito postais foram produzidos com os temas:

Aids, camisinha, HIV, sexo, saúde como direito, a pessoa surda faz sexo, violência sexual e carinho.

 

ÁUDIODESCRIÇÃO DA IMAGEM

 Postal, com os jovens do RAP da Saúde, apresentando as duas formas de se dizer Camisinha em LIBRAS

O postal contém o texto: “Camisinha se diz assim: ” e mostra primeiro uma jovem fazendo um dos sinais correspondentes à camisinha em LIBRAS, e depois outra jovem

mostrando uma alternativa de sinal para camisinha. Há também a hashtag JovensSurdosNaLuta.

Postal com os jovens do RAP da Saúde, mostrando como se diz HIV, em LIBRAS

O postal diz: “HIV se diz assim” e mostra três jovens do RAP. Da esquerda para a direita: um menino fazendo o sinal de H; depois uma menina fazendo o sinal de I; e outra menina fazendo o sinal de V. Há também a hashtag JovensSurdosNaLuta.

Para saber mais sobre o projeto Caminhos da Inclusão, acesse a nossa página:

www.cedaps.org.br/caminhosdainclusao.

Lá você terá acesso a todo o conteúdo produzido.

Inclusão, VIVA essa ideia!

 

PÁGINA 2

CEDAPS se inspirou em materiais informativos sobre HIV criado pelo IIDI

O Instituto Interamericano sobre Deficiência e Desenvolvimento Inclusivo (IIDI), parceiro do CEDAPS no projeto Caminhos da Inclusão, produziu uma série de materiais informativos sobre o HIV e o uso correto de preservativos, distribuídos no Uruguai.

Desenvolvido por jovens surdos do país, o material é uma série de postais adaptados para a Língua Gestual Uruguaya (LSU). Nele, jovens aparecem mostrando como se diz, na linguagem deles, “palavras-chave” vinculadas à educação sexual.

 

ÁUDIODESCRIÇÃO DA IMAGEM

Um dos postais da série que foi produzida pelo IIDI no Uruguai. O primeiro, com os

jovens mostrando como se diz “HIV” em LSU Postal com quatro jovens surdos fazendo o sinal correspondente a HIV (que no Uruguai se diz VIH). Da esquerda para direita: mulher fazendo o sinal de V; outra mulher fazendo o sinal de I; mais uma mulher fazendo um sinal apontando para frente com o dedo indicativo; e por último, homem fazendo o sinal correspondente

a letra A.

ÁUDIODESCRIÇÃO DA IMAGEM

Já nesse, o jovem mostra como se diz “camisinha” Postal com uma série de três imagens. Com o mesmo jovem mostrando os sinais de como se diz camisinha em LSU. O sinal é feito com as duas mãos em punho e com os dedos indicativo e médio de ambas as mãos esticados, dobrando na metade e apontado uns em direção aos outros, se encontrando em um único movimento de vai e volta.

Sobre o Instituto IIDI

O Instituto Interamericano sobre Deficiência e Desenvolvimento Inclusivo (IIDI) é um espaço

compartilhado por militantes dos direitos das pessoas com deficiência, especialistas em

desenvolvimento inclusivo, famílias, organizações e pessoas que desejam uma sociedade com espaço para todos e todas.

 

Até a próxima edição do nosso boletim!

Equipe Caminhos da Inclusão

Capa

Logo do projeto escrito Caminhos da Inclusão

Abaixo vem dizendo assim: Informações sobre saúde, sexualidade e prevenção para jovens cegos e com deficiência visual.

Vamos aprender?

Página 1

Olá!

O projeto Caminhos da Inclusão é uma iniciativa do CEDAPS e do Instituto Interamericano sobre Deficiência e Desenvolvimento Inclusivo (IIDI). Contamos também com o apoio do Ministério da Saúde.

Nosso objetivo é contribuir para a prevenção das doenças sexualmente transmissíveis e AIDS entre as pessoas com deficiência e também discutir e diminuir os efeitos da deficiência entre as pessoas vivendo com AIDS.

Para envolvimento e participação de pessoas cegas e com baixa visão, a nossa parceria foi com o Instituto Benjamin Constant (IBC).

Desta parceria nasceu esta cartilha! Uma cartilha para você jovem que quer saber sempre mais, cuidar de você e do outro!

Pensamos em um fluxo dos Desejos…de trocas…e de Informações…sobre saúde, sexualidade e prevenção… Vamos aprender?

Página 2

Começando por você…

Se você é deficiente visual, cego ou com baixa visão e está lendo esse material, lembre-se: você tem direito de ter seus desejos e prazeres sexuais.

Você pode e deve aceitar o seu corpo e gostar de si mesmo. Ao se relacionar sexualmente com outras pessoas, alguns cuidados devem ser tomados.

Sexualidade não é apenas sexo, mas muito mais do que isso. É uma serie de experiências de bem-estar geradas por confortos físicos e emocionais provocadas pelo auto-contato, carinhos, relacionamentos com outras pessoas, toques físicos e, o sexo propriamente dito.

 

Meninas! É muito importante a ida ao ginecologista para realizar exames e conhecer mais sobre como se prevenir e cuidar da saúde.

Meninos! Vocês também devem se cuidar e ir ao posto de saúde e conhecer mais sobre como se prevenir e cuidar da saúde.

Página 3

Para meninos e meninas, as relações de amizade, namoro, casamento é fundamental manter o respeito e o diálogo!

Se você é jovem cego ou com baixa visão é importante estar atento aos sinais do próprio corpo e também ao corpo do parceiro/a. Não tenha medo de se tocar! Veja se encontra alguma verruga, lesão ou mancha no pênis ou na vagina. Caso perceba alguma coceira, incômodo ou textura diferente no órgão genital, é importante procurar ajuda do serviço de saúde.

A limpeza do próprio corpo é muito importante. O cuidado com a higiene pessoal deve fazer parte da sua rotina!

Para Prevenção da AIDS e da Gravidez use sempre a camisinha!

A Camisinha é um bom método pois além de prevenir contra as DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) também evita a gravidez.

Existe a camisinha masculina e a camisinha feminina, que é dada no Posto de Saúde pelo SUS, o Sistema Único de Saúde. Procure conhecer e experimentar!

Página 4

Na hora do sexo, nunca use duas camisinhas ao mesmo tempo. Ela pode se romper ou estourar. Os dois usarem ao mesmo tempo NÃO pode.

Sexo seguro, Informação e camisinha gratuita são direitos seus.

Existem outros Métodos contraceptivos como a pilula anticoncepcional que previne contra a gravidez, porém não nos protege das DST. Por isso, usar camisinha é muito importante! Experimente e aprenda a colocar!

Em caso de violência sexual (sexo forçado) ou relação sexual desprotegida (sem camisinha), há um tratamento chamado PEP (Profilaxia Pós Exposição) que deve ser iniciado até 72 horas, nos serviços de saúde.  Procure sempre se informar! Cuide da sua saúde. Não dê bobeira!

Página 5

Glossário:

DST- Doenças Sexualmente Transmissíveis por contato sexual (vaginal,oral,anal)

HIV- Vírus da Imunodeficiência Humana, causador da AIDS

AIDS- É o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico (defesas do organismo)

PEP (Profilaxia Pós Exposição) – tratamento com remédios que impede a multiplicação do vírus HIV no organismo.

Página 6

Equipe CEDAPS:

Juliana Reiche, Katia Edmundo, Rhayane Veiga, Wanda Guimaraes.

Consultoria:

Cristina Alvim Castelo Branco

Colaboração:

Raffaela Lupetina

Rodrigo Agrellos

Flavia Pascoalino

 

Página 7

Realização:

Centro de Promoção da Saúde

Instituto Interamericano sobre Discapacidad y Desarrollo Inclusivo

Instituto Benjamin Constant

Apoio:

Ministério da Saúde – Governo Federal

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Foram elaborados postais com mensagens sobre deficiência e sexualidade por pessoas com deficiência auditiva e intelectual., com o objetivo de disseminar informações sobre sexualidade.

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Saúde é um direito
Fica a dica, sexo seguro, informação e camisinha gratuíta. São direitos seus!
A pessoa surda faz sexo!
HIV se diz assim;
Sexo se diz assim: Sem compromisso assim:
Fique ligado! Na hora do sexo, com o sem compromisso... Use camisinha.
Carinho se diz assim: Beijo se diz assim
Lembre-se Beijos,toques e abraços não trasmitem o HIV! O carinho é muito importante para o sucesso do tratamento
Camisinha se diz assim : ou assim:
Previna-se! A camisinha é muito eficaz para prevenir a gravidez indesejada e as DST/HIV/AIDS. Curta a vida!
A AIDS tem tratamento! Vá a uma unidade básica de saúde e tenha mais informação! Faça o teste!
Postal sexo é bom mas tem que ser seguro
Postal Previna-se do HIV. AIDS e outras DSTs. Vamos conversar sobre isso
Na hora H só um usa camisinha
Meninos e homens usam camisinha masculina Meninas e mulheres usam camisinha feminina.
Informação e a melhor prevenção
Sexualidadeé prazer, Prazer é conviver, Conviver é se informar. Sexualidade, AIDS e Deficiência
Para engravidar tem que planejar
Visite um médico e converse com sua família
Pessoas com Down têm autonomia!
A gente sabe decidir! Respeite a nossa autonomia! Vamos conversar sobre isso?
Pessoas com Down namoram e casam!
Namorar , casar É possível! Vamos conversar sobre isso?

CATÁLOGO – CAMINHOS DA INCLUSÃO

CATÁLOGO – CAMINHOS DA INCLUSÃO